A vida é feita de ciclos. Um começo, meio e fim. Para tudo há um aprendizado. Somos feitos de pedacinhos de verdade e mentira, de ilusão e surpresas, de dor e felicidades. Nada é em vão. Tudo é construtivo. O caminho é feito de fases. É nesse momento que aprendemos...aprendemos a viver.
Nunca somos maduros o suficiente. Estamos aqui para errar e reconhecer. Essa é a lei da vida. Quebrar a cara, faz parte. Insistir no erro é comum. Perdoarmos é um de nossos mandamentos. O que faz trocarmos de ciclo? O nosso limite. Quando olhamos para traz vimos que tudo vale a pena. Tudo, serve como exemplo, experiência...para isso, basta estarmos vivos.
Precisamos cair sozinhos para encerrarmos qualquer ciclo. São os obstáculos que nos fortalecessem e nos ajudam a superar tudo na vida. E, é nessa hora que devemos nos dar uma nova chance. Chance, de novamente aventurar, trocar, conhecer, libertar, sentir o gosto de um novo começo. Reciprocidade é o que alimenta a felicidade. O gosto da alegria é a melhor sabor que o paladar pode sentir. Todos nos merecemos iniciar e encerrar os nossos ciclos, e só nós, sabemos a hora certa, o nosso limite.
Quero gosto de novas aventuras, de novas historias, de sorrisos saudáveis, de reciprocidade. A dor faz parte de qualquer finalização para fortalecer a alegria que está por nascer. Para um bom fim, sempre haverá um ótimo começo.!
Gabriela Fogliarini
O meu olhar... A forma e a maneira como eu vejo ou quero ver o mundo...é exatamente isso que pretendo escrever aqui! Um cantinho para falar de uma ciência não exata, peculiaridades de uma atividade simples, mas que exige dedicação e entusiasmo. Isso tudo através da minha lente, focando o que me intriga e o que me apaixona. Amigos, fiquem à vontade para desfrutar o pensamento e a subjetividade de uma jornalista aprendiz.
"Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte." Gabriel Garcia Marquez

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